Tá demais. Tá além da conta. Os contraventores do país nos julgam imbecis contumazes.

Dos crimes que cometeram: não sabiam, ou não há provas, ou se trata de uma armação política contrária à sua subsistência. Como se fossemos idiotas e capazes de acreditar nessas mentiras que procuram ter um ar de verdade verdadeira.

A questão é que não somos estúpidos. Nem todos, é verdade, mas os mais esclarecidos não são. Os menos informados, com certeza, o são – e deus lhes perdoe a ignorância. Só ele pode perdoar, porque eu mesmo não perdoo ignorância alguma. lastimo, mas não perdoo.

Lula, ex-presidente, “não sabia de nada” dos bilhões de falcatruas cometidas na Petrobrás em em diversas outras empresas, inclusive no BNDES.

Dilma, ex-presidente, idem,

Seus comparsas e mandados – agora delatando-os – são agora chamados de mentirosos.

Que vergonha. E que capacidade de tentar fazer de mentiras puras verdades! Trajando-se de vítimas de um sistema que tenta, agindo em nome da lei, torná-los simplesmente responsáveis pelos atos (atrozes) que cometeram. Foram 14 anos de falcatruas e aparelhamento do pder, em esquemas de corrupção com magnitude sem precedentes.

E querem nos estupidificar. Nos fazer crer que estavam trabalhando a favor da nação e sues cidadãos. Que estavam erradicando a pobreza. E outras besteiras que tais.

Hitler foi muito mais honesto: aprovou o plano da “solução definitiva”: queimar todos os judeus e ponto. Hitler – só para citar uma das figura histórias estúpidas da humanidade – foi muito mais honesto que Lula e Dilma juntos. Fazia e não se escondia; Mas esta dupla, escrota, dizimou o Brasil.

Geraram 14 milhões de desempregados. Geraram milhões de desempresários. Mataram milhões de pessoas que não puderam ser atendidos em postos de saúde e hospitais, criando um holocausto à brasileira.

Pegaram o dinheiro de cidadãos simples, trabalhadores, e enfiaram em Angola, Cuba,Venezuela – e sabemos aonde lá mais. Começaram obras faraônicas que nunca começaram ou terminaram, mas que geraram dinheiro para garantir suas candidaturas, através de comissões e propinas.

Aparelharam todas empresas onde o estado podia botar a mão, trocando técnicos por subservientes políticos.

Nomearam “ministros” do Supremo Tribunal Federal, para que qualquer causa contra si mesmos fosse sempre indeferida ou adiada sine-die, vergonhosamente.

Nem  Hitler, nem Mussolini nem Mao Tsé-tung teriam – ou tiveram – a mesma imaginação e praticação. Ou seja, não precisa matar eleitores: basta faze-los acreditar que você está trabalhando a seu favor. E, com isso, democraticamente, obter e manter o poder.

A fórmula para tal magia é fantástica: educação de péssima qualidade aliada a benefícios como bolsa-família e outros do gênero, como cotas para negros, cota para deficientes e outras idéias congêneres para garantir o “apoio” incondicional às suas candidaturas e governos.

A inteligência da mecânica instaurada é: não precisa matar Pode deixar morrer e, se não morrer. basta votar em nós, seus defensores “eternos”. Em nome da democracia, da liberdade e do progresso com “renda distribuída” . Inacreditável, mas completamente verossímil, dado o séquito de fiéis seguidores do partido e ou seus principais algozes: Lula e Dilma.

Então vivemos um Brasil cara-de-pau. Onde os criminosos alegam não saber, não ter culpa alguma e, pior, estarem sendo perseguidos pela imprensa, pela polícia ou por qualquer outra instituição. Vítimas, coitadinhos.

Vítimas, de fato, somos nós. Vítimas de tudo isso. Pagando impostos escorchantes para receber nada em troca. Pagando impostos para financiar obras que não são necessárias – e que custam o dobro ou mais do que deveriam custar.

Nós somos os coitadinhos. Mas não nos demos conta disso ainda. Mas um dia isso vai acontecer. Ainda que tardiamente.

 

 

 

 

 

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